segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

pouco mais de solidão.

meus lábios se descolaram como se fossem velcro para um sorriso tão mal fingido que nem eu mesma acreditei. pude sentir o barulho dele se rasgando em minha face, quebrando o meu silencio e se transformando em um navio pálido em meio as lágrimas já secas em meu rosto. hoje acordei querendo ser feliz denovo, almejando um sol, tão brilhante quanto este mas sem as nuvens, sem as magoas. me levantei pensando em esquecer seu nome, o que você faz, as coisas que tanto gosto em você.  agora voltei a me encontrar, continuo triste. saindo todas as noites, te procurando em todos os cantos. fingindo ser o que eu já sou, mesmo sem me libertar eu vou. fecho meus olhos e espero a tempestade passar, posso estar sozinho, mas isso não significa que não precise de mim, de ar, de mar, de amar.

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