Vejo você chegando, reclamando da bagunça, trazendo aquela fome absurda e as risadas das bobeiras da vida, questionando minha irresponsabilidade
A massa mastigada e podre da irresponsabilidade, que está revirando meu estômago.
É contraditório esse pote do meu tamanho, as vezes gozo tanto, as vezes queria me afogar num vaso sanitário
E as palavras que me confortam
Hoje,
machucando tudo que encontra por dentro
Rindo do pranto mordido
nesse momento
alem das vespas que cospem amargo
éramos outros
éramos sóis.
Minhas doçuras infernais
Sua loucura aqui, jazz
E meu âmago estampado em jornais.

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